domingo, 22 de novembro de 2015

WILSON'S BIRD-OF-PARADISE

   




















Ave-do-paraíso de Wilson

Macho
Estado de conservação
Quase Ameaçada (IUCN 3.1) [1]
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Paradisaeidae
Genero: Cicinnurus
Espécie: C. respublica
Nome binomial
Cicinnurus respublica
Bonaparte, 1850
Sinônimos
Diphyllodes respublica

Ave-do-paraíso (Cicinnurus respublica) do Wilson é uma espécie de pássaro da família Paradisaeidae.

Um indonésio endêmica, ave-do-paraíso do Wilson é distribuído para as colinas e florestas tropicais da planície Waigeo e Batanta Ilhas ao largo Papua Ocidental. A dieta consiste principalmente de frutos e de pequenos insetos.

Devido à perda de habitat em curso, alcance limitado e exploração, ave-do-paraíso do Wilson é avaliado como Quase Ameaçada na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN. Ela está listada no Apêndice II da Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Selvagens (CITES).

O primeiro filme de paraíso pássaro-of-the de Wilson sempre a ser filmado foi gravado em 1996 por David Attenborough para o documentário da BBC Attenborough in Paradise. Fê-lo, largando folhas no chão da floresta, o que irritou o pássaro para limpá-los embora.

Nomenclatura
O controverso [esclarecimentos necessários] nome científico da espécie foi dado por Charles Lucien Bonaparte, sobrinho de Napoleão e um idealista republicano, que descreveu o pássaro de um espécime de comércio muito danificados adquiridos pelo ornitólogo britânico Edward Wilson. Ao fazer isso, ele bateu John Cassin, que queria nomear o pássaro em homenagem a Wilson, por vários meses. Treze anos mais tarde, em 1863, o zoólogo alemão Heinrich Agathon Bernstein descobriu os fundamentos domésticos de ave-do-paraíso da Wilson em Waigeo Island.

Descrição
Paradise bird-of-de Wilson é pequeno, de até 21 cm (8,3 polegadas) de comprimento. O macho é um vermelho e preto ave-do-paraíso, com um manto amarelo em seu pescoço, boca luz verde, ricos pés azuis e duas curvas penas da cauda violeta. A cabeça está nu azul, com um padrão de cruz dupla preto nele. A fêmea é um pássaro marrom com azul nua coroa.
No campo, a pele nua azul na coroa da cabeça da ave é tão vívida que é claramente visível durante a noite; o escarlate profundo para trás e veludo verde de mama são exuberantes, a cauda curlicue reluzente prata brilhante.

Maravilhoso!!!!
Uma das aves mais colorida no planeta.
Assistam este vídeo!!!















domingo, 8 de novembro de 2015

QUETZAL





















Quetzal é uma ave com plumagem de bonitas cores da família Trogonidae, que pode ser encontrada nas zonas tropicais da América Central.

Apesar de o termo "quetzal" ser aplicado a todas as espécies do género Pharomachrus, é muitas vezes usado para designar uma única espécie, o quetzal-resplandecente, Pharomachrus mocinno. Outros quetzais são:

P. antisianus: Quetzal-de-crista
P. auriceps: Quetzal-de-cabeça-dourada
P. fulgidus: Quetzal-de-pontas-brancas
P. pavoninus: Quetzal-pavão
O trogonídeo mexicano Euptilotis neoxenus é aparentado com o género Pharomachrus.


Etimologia dos nomes

O nome "quetzal" é derivado da palavra náuatle quetzalli, "pena de cauda grande e brilhante". O nome científico Pharomachrus vem do grego pharos ("manto") e makros ("longo"), em referência à plumagem da cauda e asas do quetzal resplandescente.





















Quetzal-resplandecente
   
O quetzal-resplandecente (Pharomachrus mocinno) -por vezes chamada de "serpente de penas" é uma ave trogoniforme, típica da América Central.

O quetzal-resplandecente tem um comprimento médio de 36 cm, acrescentado de mais cerca de 60 cm de cauda. É uma ave de modo de vida solitário, procurando frutos ou insectos nas árvores da floresta. O macho possuí rectrizes extraordinárias que o ajudam a atrair a fêmea.

Seu habitat são as florestas do México e da Guatemala

Os antigos povos da Mesoamérica - Maias e Astecas - prestavam culto ao quetzal como ave sagrada e hoje em dia é a ave nacional da Guatemala.






















Quetzal a ave sagrada dos astecas

Nas florestas montanhosas do sul do México no Panamá esses pássaros que amam a liberdade - Quetzal (Latin Pharomachrus mocinno) é o símbolo do Estado da Guatemala, bem como o símbolo nacional da liberdade. Nos dias do império asteca era considerado uma ave sagrada, e ela representava o deus do ar.
As pessoas daquela época usavam as penas longas para uma variedade de rituais. Vale ressaltar que os astecas nunca mataram os pássaros divinizados: arrancavam as penas e eram soltos na natureza. Após a derrota do Império em 1521, os Quetzal foram impiedosamente exterminados, colocando uma espécie ameaçada de extinção. Hoje, a situação continua dramática, e acrescentou mais um problema - a destruição dos únicos habitats , a floresta tropical.





















Especialistas mesmo com as melhores das intenções não podem criá-los em cativeiro, como aves capturadas morrem rapidamente. Há um boato de que quando estão em uma gaiola morrem de coração partido.





Este pássaro bonito e belo agora é muito raro e está listada no Livro Vermelho de espécies ameaçadas de extinção, tudo devido ao fato de que as pessoas continuam a cortar as florestas tropicais, que são o único habitat.
Quetzal é uma ave de tamanho pequena, geralmente o comprimento do corpo, incluindo a cauda não exceda 35 centímetros, mas os machos têm uma característica especial,ele tem duas longas penas, que se projectam a partir da cauda e por vezes exceder o comprimento da ave.






sábado, 3 de outubro de 2015

PRÍNCIPE




























O príncipe é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Seu nome científico significa: do (grego) purrhos = cor da chama, vermelho intenso; e kephalos = com a cabeça, cabeça; e do (latim) rubeus, rubinus = da cor do rubi, vermelho. ⇒ (Ave) com a cabeça colorida como um rubi ou (ave) com a cabeça da cor vermelha intensa como a chama ou ainda cabeça de fogo rubi.

Recebe outros nomes comuns, além de príncipe. Na região pantaneira recebe o nome comum de Barão do Melgaço e indica a chegada próxima à festa de São João, no final de junho, quando é mais notado. Podendo ser chamado ainda no município de Barão de Melgaço, assim como na maioria do Pantanal (Poconé, Cáceres) como são-joãozinho. É popularmente denominado de “Sangue de boi” no sul do Brasil, assim como “verão” no extremo sul do Brasil, indicando a chegada, por lá, no período em que o tempo esquenta, após o inverno. Também é conhecido como papa-moscas-vermelho e mãe-do-sol (interior de São Paulo).



























Características

O macho, em plumagem de reprodução, é inconfundível. O vermelho vivo da parte ventral contrasta com o dorso escuro. Atrás dos olhos, uma linha escura reforça o contraste e torna-o único. Na fêmea, no macho juvenil e no macho adulto, entre março e julho, a plumagem da região ventral é cinza clara com estrias mais escuras. Barriga com penas levemente róseo alaranjado ou amareladas (juvenis) ou avermelhadas(adulto). A linha escura atrás dos olhos presente, com o dorso em tom escuro, embora menos contrastante do que na plumagem reprodutiva.

























Subespécies

Possui onze subespécies:

Pyrocephalus rubinus rubinus (Boddaert, 1783) - ocorre no Sudeste e Centro Oeste do Brasil, Sudeste da Bolívia, Paraguai, Uruguai e Nordeste da Argentina;
Pyrocephalus rubinus obscurus (Gould, 1839) - ocorre no Oeste do Peru na região de Lima;
Pyrocephalus rubinus cocachacrae (Zimmer, 1941) = ocorre no Sudoeste do Peru na região de Ica até a região de Tacna e na região adjacente do Norte do Chile;
Pyrocephalus rubinus major (Pelzeln, 1868) - ocorre no Sudeste do Peru na região de Cuzco e Puno;
Pyrocephalus rubinus ardens (Zimmer, 1941) - ocorre no Norte do Peru nas regiões de Cajamarca, Amazonas e no extremo Leste de Piura;
Pyrocephalus rubinus mexicanus (P. L. Sclater, 1859) - ocorre na porção árida do Sudoeste do Texas nos Estados Unidos da América até os estados de Guerrero, Oaxaca, Puebla e Veracruz no México;
Pyrocephalus rubinus flammeus (Van Rossem, 1934) - ocorre na porção árida do Sudoeste dos Estados Unidos da América até a região da Baja California e Noroeste do Mexico, região de Nayarit;
Pyrocephalus rubinus blatteus (Bangs, 1911) - ocorre no Sudoeste do México no estado de Veracruz até a Guatemala e Honduras;
Pyrocephalus rubinus pinicola (T. R. Howell, 1965) - ocorre na savana do Nordeste da Nicarágua;
Pyrocephalus rubinus saturatus (Berlepsch & Hartert, 1902) - ocorre no Nordeste da Colômbia até o Norte da Venezuela, Guyana e Norte do Brasil;
Pyrocephalus rubinus piurae (Zimmer, 1941) - ocorre na Colômbia, no Oeste do Equador e Noroeste do Peru.

























Alimentação

Alimentam-se de insetos capturados no ar ou no solo. Daí retornando ao poleiro favorito.


























Reprodução

Se reproduzem na primavera ao retornarem da migração. O ninho tem forma de tigela chata e é revestido por raízes e musgos, e no interior contém painas e lãs. Colocam de 4 a 5 ovos. No período reprodutivo, o macho adquire coloração vermelha da plumagem, e após a reprodução ele adquire penas marrons, características do descanso sexual. São chamadas popularmente de verão, pois são residentes do verão. No período reprodutivo o macho voa adquirindo aspecto de uma borboleta e nessa ocasião canta bastante.


























Hábitos

Vivem em campos e cerrados. Além das cores, destaca-se por seu hábito de pousar em galhos expostos, cercas e fios. Ocupa os ambientes abertos, desde campos, praias de rio com arbustos até cerrado e bordas de vegetação florestal. Não penetra em áreas com adensamento de vegetação. Utiliza ambientes criados pelas mãos humanas, sendo notável e jardins e parques urbanos. Ainda pode ser observado na periferia de cidades.

Distribuição Geográfica

São aves migratórias. No inverno, vão da região sul e sudeste do Brasil para a Amazônia e retornam na primavera-verão. São normalmente encontrados aos pares.





MARIA-LEQUE-DO-SUDESTE


























A maria-leque-do-sudeste é uma ave passeriforme da família Onychorhynchidae.
Seu nome científico significa: do (grego) onux = unha, garra; e rhunkhos = bico; onychorhynchus = bico em forma de garra; e de swainsoni, swainsonii = homenagem ao artista, naturalista, e coletor de espécies inglês William Swainson (1789 - 1855). ⇒ (Ave) com bico em forma de garra de Swainson.



Características

Mede entre 16 e 17,5 centímetros de comprimento e pesa entre 13 e 21 gramas. A maria-leque-do-sudeste possui uma espetacular mas raramente vista crista colorida. Esta crista é sem dúvida a característica mais marcante da plumagem desta espécie. Embora seja geralmente mantida na posição horizontal e raramente exibida, quando totalmente estendida forma um grande e impressionante leque e apresenta uma vívida combinação de cores, escarlate, preto e azul no macho. Nas fêmeas a coloração vermelha da crista é substituída pela coloração alaranjada. Sua coloração geral é uniformemente marrom fosco. A cabeça, dorso e asas são marrons. Nas asas, apresenta poucas marcações branco amareladas nas penas coberteiras e suas rêmiges primárias apresentam coloração enegrecida. O uropígio e a cauda da maria-leque-do-sul apresentam uma coloração canela brilhante. As partes inferiores são mais pálidas. A garganta apresenta uma pequena mancha esbranquiçada, o peito e ventre são ocráceos e lisos, sem marcações. A íris é escura. O bico escuro é relativamente longo e chato e quando aberto apresenta a vívida coloração interna amarela. Tarsos e pés são amarelos ou alaranjados.












































Subespécies

Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies).
(Clements checklist, 2014).

























Alimentação

Com seu bico chato em forma de pinça, captura insetos alados dotados de grandes asas tais como borboletas e libélulas, ou perigosos insetos dotados de ferrões venenosos, como certas mamangavas e vespas. As longas cerdas que cercam a base do bico ampliam sua capacidade de aprisionar grandes insetos. Após capturarem uma presa em pleno ar, retornam ao poleiro de onde partiram, batendo-a de encontro ao galho para se livrarem dos perigosos ferrões ou de suas grandes asas.

Reprodução

Constrói um ninho em forma de bolsa que mede de 0,6 a 2,0 metros de comprimento, com musgo, folhas secas, e outras fibras vegetais. Esses ninhos longos são tecidos na extremidade de galhos finos em bordas de encostas íngremes ou sobre córregos no interior de matas.

Hábitos

Ocorre na Mata Atlântica entre 0 e 800 metros de altitude, como substituta da maria-leque. Usualmente encontrados em casais, acompanham bandos mistos pelos estratos baixos, tanto na mata primária quanto na secundária.

Distribuição Geográfica

Ocorre de Minas Gerais e Espírito Santo à Santa Catarina.



domingo, 30 de agosto de 2015

VOTO TOP BLOG 2015

Este blog está novamente participando do TOP BLOG 2015,

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Que DEUS abençoe a todos.

A sorte esta lançada.

Que vença o melhor.

Abraços

Sueli Guedes

sábado, 13 de junho de 2015

DOM-FAFE











































O dom-fafe (Pyrrhula pyrrhula) é uma pequena ave passeriforme da família dos fringilídeos.

Reproduz-se em toda a Europa e na zona temperada da Ásia. É geralmente residente, mas muitas aves do norte migram para o sul durante o inverno.

Preferem um habitat de bosque com coníferas, sendo vistos em parques e jardins. Constroem os ninhos em arbustos ou árvores, pondo 4 a 7 ovos. Alimentam-se principalmente de sementes e rebentos de árvores de fruta, o que os torna particularmente nocivos em pomares.

Macho
O priolo foi considerado uma subespécie do dom-fafe mas presentemente é reconhecido com uma espécie distinta.

O macho tem o peito cor de laranja e azul nas costas.





























Casal Dom-Fafe







SAÍ-AZUL























O saí-azul é uma ave passeriforme da família Thraupidae. Também conhecido como saí-bico-fino, saíra-de-bico-fino, azulego e saí-bicudo.
Seu nome científico significa: do (grego) daknis = tipo de ave do Egito, mencionado por Hesíquio e pelo gramático Pompeu Festo; do (latim) cayana, cayanensis, cayanus = referente a Caiena na Guiana Francêsa. ⇒ Ave de Caiena.

Características

Mede aproximadamente 13 centímetros de comprimento e pesa, em média, 16 gramas. Apresenta acentuado dimorfismo sexual: o macho é azul e negro, com as pernas vermelho-claras, enquanto a fêmea é verde, com a cabeça azulada e pernas alaranjadas. Seu canto é um gorjear fraco.

saí-azul macho




















saí-azul fêmea

























saí-azul jovem






















Subespécies

Possui oito subespécies, e duas ocorrem no Brasil:

Dacnis cayana cayana (Linnaeus, 1766) - ocorre do Leste da Colômbia até a Venezuela, Guianas, Norte e Centro do Brasil; e na Ilha de Trinidad;
Dacnis cayana paraguayensis (Chubb, 1910 ) - ocorre do Leste do Paraguai até o Leste e Sul do Brasil e no Nordeste da Argentina;
Dacnis cayana ultramarina (Lawrence, 1864) - ocorre da costa Caribenha do Nordeste de Honduras até o Nordeste da Colômbia
Dacnis cayana callaina (Bangs, 1905) - ocorre no Oeste da Costa Rica e no Oeste do Panamá na região de Chiriquí;
Dacnis cayana napaea (Bangs, 1898) - ocorre na região tropical do Norte da Colômbia;
Dacnis cayana baudoana (Meyer de Schauensee, 1946) - ocorre na região tropical do Sudoeste da Colômbia das Montanhas Baudó até o Oeste do Equador;
Dacnis cayana caerebicolor (P. L. Sclater, 1851) - ocorre na região Central da Colômbia nos vales de Cauca e Magdalena;
Dacnis cayana glaucogularis (Berlepsch & Stolzmann, 1896) - ocorre no Sul da Colômbia até o Leste do Equador, Leste do Peru e Oeste da Bolívia.
Indivíduos com plumagem leucística

O que é leucismo?

O leucismo (do grego λευκοσ, leucos, branco) é uma particularidade genética devida a um gene recessivo, que confere a cor branca a animais geralmente escuros.
O leucismo é diferente do albinismo : os animais leucísticos não são mais sensíveis ao sol do que qualquer outro. Pelo contrário, são mesmo ligeiramente mais resistentes, dado que a cor branca possui um albedo elevado, protegendo mais do calor.
O oposto do leucismo é o melanismo.

Alimentação

Alimenta-se de néctar, insetos e frutas. Costuma frequentar comedouros de frutas. Aprecia os frutos da tapiá ou iricuruna (Alchornea glandulosa), e a Michelia champaca (Magnólia-amarela).

Reprodução

Atinge a maturidade sexual aos 12 meses. Reproduz na primavera e no verão. O ninho é uma taça profunda, feita de fibras finas, colocado de 5 a 7 metros do solo, entre as folhas externas de uma árvore. A construção do ninho é tarefa da fêmea, que é protegida pelo macho contra intrusos. Os 2 ou 3 ovos são esbranquiçados ou branco-esverdeados com manchas cinza-claras e são incubados pela fêmea. Durante este período ela é, às vezes, alimentada pelo macho. Os filhotes são alimentados pelo casal e permanecem no ninho cerca de 13 dias. Costuma ter de 2 a 4 ninhadas por temporada.

Casal de saí-azul

























Hábitos

É comum em bordas de florestas, capoeiras arbóreas, campos com árvores esparsas, florestas secas e de galeria. Vive normalmente aos pares ou em pequenos grupos, procurando insetos ativamente na folhagem ou alimentando-se de frutos em árvores e arbustos. Vive à beira da mata em várias altitudes, copas de mata alta. Costuma aparecer em pequenos bandos mistos com Cyanerpes e Tangara.

Distribuição Geográfica

Ocorre em todas regiões do Brasil. Encontrado também de Honduras ao Panamá e em quase todos os países da América do Sul, com exceção do Chile e Uruguai.